sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Diversidade sim, diferença não.

Iza Aparecida Saliés

Gostaria de lembrar aos senhores deputados federais e senadores que o estado democrático de direito é coisa nossa, isto é, prerrogativa de todos os brasileiros, sejam eles, brancos negros, índios, pardos...

Portanto, não podemos estabelecer critérios que possam beneficiar alguns, sob a égide da questão racial, provocando injustiça, agravando mais as desigualdades sociais.

Cotas sociais sim, cotas por raça? Não! Muito bem deputados!

Pensamento correto dos senhores deputados dessa comissão, não importa se esse comportamento teve como procedência a aproximação das eleições, se foi? Valeu, mesmo assim, pois provocou preocupação aos parlamentares e o assunto não foi aprovado sem ser discutido amplamente pela instituição. Não passou despercebido como sempre acontece.

Apesar de ser visível a preocupação dos parlamentares, no que diz respeito à impressão que os eleitores terão deles, tendo em vista o cenário político que está posto hoje, permeado por preocupações, descrédito, e digo mais, todos os dias pipocam situações inadmissíveis, vexatórias, por que não dizer, vergonhosa.

Até quando vamos conviver com essa situação? Que calamidades está nosso Congresso! Sabemos que está falida a instituição chamada Congresso. Esta situação justifica-se pelo fato de que os indivíduos que a compõe, fazem valer o desejo individual.

Os valores! Ah, ah, ah! Aqueles! Sim, os que aprendemos em casa e na escola, estes? Estão e crise conceitual e de identidade para alguns desses políticos.

Os assuntos sociais relevantes e polêmicos precisam ser considerados em suas diferentes concepções de pensamento, então o que é alteridade para eles? O povo apesar de pouca escolaridade já está tomando conhecimento sobre essas questões.

E a ideologias políticas? As utopias? Os sonhos? Os desejos? Sim estou falando de um país que lutou tanto pela democracia, pela liberdade de imprensa, de pensamento, de respeito à diversidade, à pluralidade de idéias, tudo... tudo...... Então onde está?

Fonte: Opinião sobre as cotas para as universidade

Publicado no Blog do Corumbá



Ministro homologa parecer que trata de aluno com deficiência

O ministro da Educação, Fernando Haddad, homologou nesta quarta-feira, 23, o parecer nº 13/2009 do Conselho Nacional de Educação (CNE), que trata das diretrizes operacionais para o atendimento educacional especializado para os alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação matriculados em classes regulares e no atendimento educacional especializado. A homologação ocorreu após ajustes no texto, para evitar interpretações equivocadas, como a de que o governo estaria proibindo o atendimento educacional especializado.

O parecer regulamenta o decreto nº 6.571/08, que dispõe sobre o apoio técnico e financeiro da União aos sistemas públicos de ensino nos estados, Distrito Federal e municípios para ampliar a oferta do atendimento educacional especializado. Esse tipo de atendimento se refere a atividades complementares à escolarização dos alunos público da educação especial, nas classes regulares.

De acordo com o texto, “para a implementação do decreto 6571/2008, os sistemas de ensino devem matricular os alunos com deficiência, transtornos globais do desenvolvimento e altas habilidades ou superdotação nas classes comuns do ensino regular e no atendimento educacional especializado, ofertado em salas de recursos ou instituições especializadas, públicas ou privadas sem fins lucrativos”.

Esse atendimento é realizado preferencialmente na escola regular, no entanto as instituições especializadas, públicas ou privadas sem fins lucrativos, que ofertarem o atendimento educacional especializado para alunos matriculados nas classes comuns do ensino regular também receberão recursos do Fundo de Manutenção da Educação Básica (Fundeb). Está disposto no decreto que a matrícula de cada aluno com deficiência no ensino regular da rede pública e também no atendimento especializado deve ser contada em dobro, para que os recursos do Fundeb possam subsidiar as duas modalidades.

O objetivo é garantir recursos de acessibilidade, bem como estratégias de desenvolvimento da aprendizagem, previstos no projeto político-pedagógico da escola. A ação vai ao encontro da Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusiva, que orienta os sistemas educacionais na organização e oferta de recursos e serviços da educação especial de forma complementar.


Assessoria de Comunicação Social MEC

Melhora a proporção de alunos na escola, indicam números preliminares

Os dados preliminares do Censo Escolar (Educacenso) 2009 apontam que a proporção de crianças na escola – da creche ao ensino médio - aumenta a cada ano. São mais de 52 milhões de matrículas. Mas cai o número absoluto.

Essa queda, segundo o ministro da Educação, Fernando Haddad, se explica por dois fatores: queda na ordem de 600 a 800 mil nascimentos por ano, chamado bônus demográfico, e a redução da repetência escolar. “Como as crianças não repetem o ano tanto quanto repetiam no passado, elas saem da educação básica mais cedo”, informa Haddad.

Os estados e municípios têm agora 30 dias, a contar desta quarta-feira, 23, para conferir os dados do censo informados ao Ministério da Educação e corrigi-los se necessário. Haddad chama a atenção dos gestores públicos para a importância de informar dados corretos. É a informação da matrícula estadual e municipal, diz, que vai definir os valores que serão repassados a Fundeb para cada nível e etapa da educação em 2010. Os recursos de que o ministro fala se destinam uma série de ações educacionais, entre elas, a merenda e o transporte escolar, o livro didático e biblioteca na escola.

Ao apresentar os dados preliminares do censo, o ministro destacou a qualidade da pesquisa e o detalhamento de dados que permite eliminar a duplicidade de matrículas, além da economia de recursos.

Metodologia - Pela metodologia do censo utilizada até 2007, a escola informava o número de alunos matriculados, muitos deles em duas ou três escolas, e no caso da educação de jovens e adultos a matrícula era informada por disciplina e não por pessoa. Com o Educacenso, a escola informa o nome do estudante, eliminando a duplicidade. “A metodologia trouxe um ganho para o Ministério da Educação do ponto de vista da alocação dos recursos”, segundo Haddad.

Sobre a educação básica pública, o ministro diz que nos anos 2000 é a primeira vez que ocorrem, simultaneamente, dois efeitos na educação: melhoria do atendimento com melhoria da qualidade. “Nos anos 90 (do século passado), nós tivemos melhoria do atendimento e queda da qualidade. Nos anos 2000, nós continuamos melhorando o atendimento só que revertemos a queda da qualidade”.

As tabelas do Educacenso apresentam dados detalhados das matrículas por regiões e estados, níveis e etapas de ensino, número de escolas e comparativos com as pesquisas de 2003 a 2008.


24/09/2009.
Ionice Lorenzoni - MEC


Aberto processo eleitoral para diretores e Conselhos Deliberativos de escolas estaduais/Seduc/MT

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) já determinou a abertura do processo eleitoral para a escolha de diretores das unidades escolares e composição dos Conselhos Deliberativos da Unidade Escolar (CDCEs), para o biênio 2010/2011. As normas para estas eleições foram publicadas no Diário Oficial do dia 18/09, por meio dos Editais n.º 19 e n.º 20 e da Portaria n.º 350/09.

Para os candidatos à direção das escolas, as inscrições devem ser feitas de 9 a 11/11, nas Assessorias Pedagógicas ou, onde não houver esta, no CDCE. O próximo passo do processo eleitoral é um ciclo de estudos com os candidatos, que deve ser realizado nos dias 17 e 18/11. Este ciclo será coordenado pela Assessoria Pedagógica do município polo, com orientação da Superintendência de Gestão Escolar da Seduc. Em seguida, os candidatos irão apresentar suas propostas de trabalho, em Assembleia Geral na escola, de 25 a 27/11.

A eleição do diretor, pela comunidade escolar, será no dia primeiro de dezembro, das 8h às 20h. A posse dos eleitos ocorrerá no dia 5 de janeiro de 2010. Quanto aos CDCE´s, a divulgação e composição dos mesmos será nos dias 19 e 20/10. A eleição e posse dos representantes de cada segmento devem ocorrer nos dias 21, 22 e 23/10, em Assembleia Geral da escola, por meio de voto direto e secreto. O candidato do segmento “alunos” deve ter um mínimo de 14 anos ou estar cursando a 5º série ou 3º fase do 2º ciclo do Ensino Fundamental. O representante do segmento “pais” não pode ser profissional da Educação Básica da escola.

Os eleitos também vão participar de um ciclo de estudos, conforme calendário previsto no edital. A eleição dos CDCEs ocorre um mês antes da eleição dos diretores, já que são os membros destes conselhos que vão dar posse aos dirigentes escolares. O presidente, o secretário e o tesoureiro do CDCE devem ser escolhidos entre seus membros. O diretor é membro nato do conselho, mas não pode presidí-lo.

As escolas devem compor uma Comissão Eleitoral, em Assembleia Geral, sob a coordenação do CDCE, no dia 29/10.

Para outros detalhes, sobre a documentação necessária, prazos e pré-requisitos dos candidatos, devem ser acessados os editais e a portaria, no seguinte endereço: www.iomat.mt.gov.br/do/navegadorhtml/?edi_id=2402, seguindo os links Poder Executivo – Secretarias – Educação – Editais – Portarias.


SERGIO LUIZ FERNANDES
Assessoria/Seduc-MT




Avaliação da Aprenidizagem, um momento de cobrnaça ou de refelxão?

Iza Aparecida Saliés


A avaliação é um momento privilegiado do processo de ensino aprendizagem e deve estar presente em todas as etapas da aprendizagem. Esta é uma prática que deve ser feita pelos professores e alunos com se fosse uma ação de rotina, sem ser estabelecido tempo e condição para realizá-la. Pois ela é parte integrante do envolvimento entre professor e aluno, posto que, a sua dinâmica deve servir de referencial para o ensino e a aprendizagem.

A avaliação deve ser entendida e considerada como parte integrante do processo pedagógico e educacional e não ser compreendida apenas como um instrumentos de seleção, exclusão, perseguição, ou seja, que serve para ferrar o aluno que não consegui acompanhar as aulas do professor (não aprendeu os conteúdos).

Quando avaliação fica apenas vinculada à aplicação de uma prova mensal ou bimestral, sua função fica centrada nos aspectos conceituais, ou seja, o de cobrar se foi dado os conteúdos que devem ser cumpridos.

Só que tem um detalhe, quando é que o professor vai parar para verificar se o aluno aprendeu? E ele, (professor) quando vai parar para analisar sua prática? E os conteúdos foram suficientes, foram entendíveis e compreendidos pelo aluno?

É essa a relação que precisa acontecer, esse acordo entre as partes interessadas no processo aprendizagem, onde todos entendam o que fazem, porque fazem e para quem fazem (o ensino e aprendizagem) isso é ensino e aprendizagem.

A educação que os brasileiros não conhecem.

Iza Aparecida Saliés

Não visualizo reforma educacional neste governo, percebo novos adereços compondo o que já estava pronto.

O Enem é um mecanismo de avalaição institucional que deveria servir de referencial para as políticas educacionais do país, mas, está servinvo apenas para avaliar os alunos e até para certificá-los.

O Enem, avalia competência relacionadas com o conhecimento, é uma concepção pedagógica que busca sistematizar os conhecimentos científicos na perspectiva do desenvolvimento de habilidades que vão contribuir para a construção das competências desejada pela escola, pela sociedade e pelo o mundo do trabalho.

O Currículo de ensino por competências, o seu foco deve estar centrado no conjunto de conceitos, procedimentos e atitudes que o aluno deve constituir durante o seu processo ensino aprendizagem.Tais conhecimentos devem servir para mudar, transformar e prepara-lo para o enfrentamento de problemas do cotidiano.

Muitas escolas, não trabalham nessa concepção ainda, tanto públicas como privadas.

Os Parâmetros Curriculares Nacionais são referenciais pedagógicos que servem para auxiliar os professores no exercíco docente, como também trabalha com as Áreas de Conhecimento e suas respectivas disciplinas, possibilitando a interdiciplinaridade.

Em 2000 foram enviados para as escolas brasileiras de Ensino Médio, os Parâmetros Curriculares Nacionais + (documento de orientação didáticas, composto por um conjunto de sugestões de temas, eixos temáticos, metodologias e práticas pedagógicas para subsidiar o professor na sua prática na sala de aula).

Quanto ao sistema tradicional de Ensino Médio composto por 12 disciplinas, ainda é uma prática das escolas, e só está acontecendo porque a própria escola não implantou a Reforma do Ensino Médio, ou seja, trabalhar o Currículo na perspectiva das áreas de conhecimento (conforme a Resolução n. 03/98 do Conselho Nacional de Educação)como é cobrado nas provas do Enem.

Não há novidade na proposta deste governo, o que vejo é uma preocupação muito grande em querer mostrar que está fazendo algo, mas, na verdade, está copiando o que está posto e que ainda não foi consolidado por falta de empenho político dos sistemas estaduais de ensino.

Quanto aos incentivos financeiros e técnicos para os estados que desejam aderir à proposta do “Ensino Médio Inovador”, programa do governo federal, não vai alterar em nada, o que está acontecendo é que a união está pressionando os estados e o distrito federal aceitar as condições impostas pela sua proposição.

Segundo a reportagem “as escolas terão liberdade para organizar seus currículos, desde que sigam as diretrizes federais e uma base comum”. “Poderão decidir a forma de distribuição dos conteúdos das disciplinas nos grupos e também o foco do programa (trabalho, ciência, tecnologia ou cultura).”

Isso já é possível, hoje, o que está posto em termos deconcepção pedagógica, legislação e políticas educacionais, possibilita a oferta de uma educação de qualidade desde que utilizem os pressupostos sugeridos pelos documentos do próprio Ministério.

Texto publicado no Bolg do Corumbá

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Por que Trabalhar com Projetos, no Currículo Escolar?

Iza Aparecida Saliés

Como pensar em uma escola para jovens que não os ofereça espaço na construção do próprio conhecimento?

Como imaginar o desenvolvimento da autonomia do jovem onde ele não tem vez nem voz. E o currículo do ensino médio, direcionada para essa categoria social, é desenhado sem considerar seus interesses e expectativas?

Neste sentido, o trabalho com projetos pedagógicos, surge como uma excelente estratégia metodológica que propicia a problematização de contextos reais, locais, regionais e globais ligados à vida do jovem a construção coletiva do conhecimento, provocando dessa forma um interesse maior pela aprendizagem.

Através da vivência de situações de aprendizagem diversificada, momento em que o jovem vivencia diversificadas situações e depara múltiplos conhecimentos, de várias disciplinas, que são mobilizados e vão possibilitar a construção de competências e habilidades necessárias para a vida e para o mundo do trabalho.

Trabalhar com metodologia de projetos pedagógicos, significa romper com velhos paradigmas educacionais que valoriza a seleção de conteúdos e não o processo ensino aprendizagem.

Implica em não ser rigorosa (o) com a linearidade e a fragmentação de conceitos das disciplinas curricular impostos muitas vezes pelos professores, sob a égide da simples listagem de conteúdos dos livros didáticos.

Essa estratégia metodologia, flexibiliza a organização dos tempos e espaços escolares, tradicionalmente arraigados nas antigas matrizes curriculares.

A integração das diferentes áreas de conhecimentos com suas respectivas disciplinas é uma possibilidade bastante real, pois os princípios fundamentais dessa nova concepção metodológica é promover a interdisciplinaridade e a contextualização de modo a favorecer o desenvolvimento de habilidades e a construção de competências, e isso acontece concretamente.

"... no trabalho com projetos não cabem "alunos-esponjas".
(Leite,1994)


Momento de avaliação da aprendizagem ou momento para ferrar o aluno?

Iza Aparecida Saliés

A avaliação é um momento privilegiado do processo de ensino aprendizagem e deve estar presente em todas as etapas da aprendizagem. Esta é uma prática que deve ser feita pelos professores e alunos com se fosse uma ação de rotina, sem ser estabelecido tempo e condição para realizá-la. Pois ela é parte integrante do envolvimento entre professor e aluno, posto que, a sua dinâmica deve servir de referencial para o ensino e a aprendizagem.

A avaliação deve ser entendida e considerada como parte integrante do processo pedagógico e educacional e não ser compreendida apenas como um instrumentos de seleção, exclusão, perseguição, ou seja, que serve para ferrar o aluno que não consegui acompanhar as aulas do professor (não aprendeu os conteúdos).

Quando avaliação fica apenas vinculada à aplicação de uma prova mensal ou bimestral, sua função fica centrada nos aspectos conceituais, ou seja, o de cobrar se foi dado os conteúdos que devem ser cumpridos.

Só que tem um detalhe, quando é que o professor vai parar para verificar se o aluno aprendeu? E ele, (professor) quando vai parar para analisar sua prática? E os conteúdos foram suficientes, foram entendíveis e compreendidos pelo aluno?

É essa a relação que precisa acontecer, esse acordo entre as partes interessadas no processo aprendizagem, onde todos entendam o que fazem, porque fazem e para quem fazem (o ensino e aprendizagem) isso é ensino e aprendizagem.


A ELEGÂNCIA DO COMPORTAMENTO

Existe uma coisa difícil de ser ensinada e que, talvez por isso, esteja cada vez mais rara: a elegância do comportamento...

É um dom que vai muito além do uso correto dos talheres e que abrange bem mais do que dizer um simples obrigado diante de uma gentileza...

É a elegância que nos acompanha da primeira hora da manhã até a hora de dormir e que se manifesta nas situações mais prosaicas, quando não há festa alguma nem fotógrafos por perto.....

É uma elegância desobrigada. É possível detectá-la nas pessoas que elogiam mais do que criticam...

Nas pessoas que escutam mais do que falam...

E quando falam, passam longe da fofoca, das pequenas maldades ampliadas no boca a boca...

É possível detectá-la nas pessoas que não usam um tom superior de voz ao se dirigir a frentistas, por exemplo...

Nas pessoas que evitam assuntos constrangedores porque não sentem prazer em humilhar os outros....

É possível detectá-la em pessoas pontuais...

Elegante é quem demonstra interesse por assuntos que desconhece, é quem presenteia fora das datas festivas, é quem cumpre o que promete e, ao receber uma ligação, não recomenda à secretária que pergunte antes quem está falando e só depois manda dizer se está ou não está...

Oferecer flores é sempre elegante...

É elegante não ficar espaçoso demais...

É elegante você fazer algo por alguém, e este alguém jamais saber o que você teve que se arrebentar para o fazer... porém, é elegante reconhecer o esforço, a amizade e as qualidades dos outros...

É elegante não mudar seu estilo apenas para se adaptar ao outro...

É muito elegante não falar de dinheiro em bate-papos informais...

É elegante retribuir carinho e solidariedade...

É elegante o silêncio, diante de uma rejeição...

Sobrenome, jóias e nariz empinado não substituem a elegância do gesto...

Não há livro que ensine alguém a ter uma visão generosa do mundo, a estar nele de uma forma não arrogante...

É elegante a gentileza...

Atitudes gentis falam mais que mil imagens...

Abrir a porta para alguém é muito elegante...

Dar o lugar para alguém sentar... é muito elegante...

Sorrir sempre é muito elegante e faz um bem danado para a alma...

Oferecer ajuda... é muito elegante...

Olhar nos olhos ao conversar é essencialmente elegante...

Pode-se tentar capturar esta delicadeza natural pela observação, mas tentar imitá-la é improdutivo.

A saída é desenvolver em si mesmo a arte de conviver, que independe de status social:

Se os amigos não merecem uma certa cordialidade, os desafetos é que não irão desfrutá-la...

Fonte: Blog do Valdemir
Adaptação de texto extraído do Livro: EDUCAÇÃO ENFERRUJA POR FALTA DE USO.
Datroa : 29/01/2009


Conceitos da Sociologia Contemporânea

Iza Aparecida Saliés

Como trabalhar com eixos temáticos na Área de Ciências Humanas e suas Tecnologias?

Eixos estruturantes da área


  • Cidadania; 


  • Trabalho;


  • Cultura;


  • Relações entre o individuo e sociedade, instituições sociais;


  • Importância da participação política dos indivíduos e grupos;


  • Os sistemas de poder e os regimes políticos;


  • As formas de Estado;


  • Modos de Produção;


  • Produção e consumo;


  • Mercadoria;


  • Capital;





























    • A ascensão da Língua Espanhola no Currículo do Ensino Médio das escolas brasileiras.

      Regina Adler*


      Aprendizagem do espanhol por meio do currículo escolar, possibilita ao estudante aprender e conhecer um mundo culturalmente vasto e que servem de contraponto à hegemonia do inglês na vida contemporânea, dando acesso a outros discursos, valores, culturas e diferentes formas de viver socialmente.


      O espanhol, além de ter também uma grande utilidade do ponto de vista internacional, é uma das línguas estrangeiras mais hegemônicas na América Latina. Isso, por si só, já justificaria a sua aprendizagem: um contato com a diferença que está muito perto.


      A Língua Espanhola apesar de apresentar aspectos favoráveis à sua implantação, no Estado de Mato Grosso, como a nossa fronteira comum com países de fala hispânica é de 16 mil quilômetros e em razão disso a existência, hoje do MERCOSUL que vêm intensificando o contato econômico e cultural entre os países do chamado cone sul, onde o conhecimento da língua espanhola tem sido requisitado para o trabalho.


      Com a promulgação da Lei 11.161/2005 que tornou obrigatório o ensino de Língua Espanhola nas Escolas de Ensino Médio de todo o país, os Estados terão até 2010 para adequar as escolas de ensino médio da sua rede.


      Para que as escolas possam se adequar então com a implantação da Língua Espanhola nesses cinco anos, segundo dados do Programa Nacional de Formação de Professores de Língua Espanhola (PRO-ESPANHOL/MEC) do Ministério da Educação, em parceria com os estados, estarão criando condições necessários tais como: possibilitar a formação inicial de professores, formação continuada, aquisição de material didático próprio, instalação de Centro de Recursos Didáticos de Espanhol (CRDE) de modo a fortalecer os estados para a implantação da Lei.


      Mato Grosso por meio da Secretaria de Estado de Educação – Seduc/MT, está consideravelmente numa posição bastante confortável, no que diz respeito á implantação da Língua Espanhola, têm apresentado excelentes resultados, fatos esses constatados no XII Congresso Brasileiro de Formação de Professores de Língua Espanhola em Cuiabá MT em 2007.


      De todos os Estados presentes: São Paulo, Minas Gerais, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Rio de Janeiro entre outros, Mato Grosso está na vanguarda quanto às ações desenvolvidas e realizadas para a implantação da Língua Espanhola na Escola de Ensino Médio.


      A Secretaria de Estado de Educação de Mato Grossos, por meio da Superintendência de Formação e o Centro de Recursos Didáticos de Espanhol do convênio Embaixada Espanha/Secretaria de Estado de Educação, realizou cursos de formação continuada para profissionais que atuam nessa disciplina, atendendo aproximadamente 210 escolas que oferecem essa disciplina no Ensino Médio, em 2008.


      Professora de Língua Espanhola,Membro Fundadora da Associação Mato-grossense de Professores de Língua Espanhola, Coordenadora do Centro de Recurso Didático de Espanhol/Embaixada Espanha/ Seduc/MT.

      quarta-feira, 23 de setembro de 2009

      A escola precisa ser .............

      Iza Aparecida Saliés




      Aquela que tem um projeto pedagógico traçado com a participação coletiva de representantes de seus setores, beneficiando a comunidade;



      Aquela que considera o aluno como participante ativo da construção de seu saber, portanto agente de sua formação e não mero objeto, um ouvinte passivo das informações que lhe são passadas;



      Aquela que tem como propósito fundamental abandonar o ensino tradicional repetitivo e adotar a aprendizagem como construção de conhecimentos, partindo do que o aluno já sabe;



      Aquela que troca os procedimentos metodológicos do instruir – ouvir -repetir, pela dinâmica do questionamento investigativo com reflexão – ação – reflexão , numa perspectiva interdisciplinar;



      Aquela que considera a avaliação como processo de contínuo renovar e repensar e não como instrumento de repetição , de ameaça e de cobrança;

      Aquela que estimula a socialização e a solidariedade por meio da parceria e do compartilhamento das tarefas em grupo;



      Aquela que reconhece a necessidade de mudar a mentalidade das pessoas, conscientizando-as para a renovação, e de renovar os próprios métodos pedagógicos que usava.







      Fonte: Texto de Martins, Jorge Santos, O trabalho com projeto de pesquisa, do ensino fundamental ao ensino médio, 2ª edição, Editora Papirus, 2002, Campinas São Paulo.

      O professor e o currículo para jovem

      Iza Aparecida Saliés

       

      Nas últimas décadas a educação tem feito o discurso de que o conceito de currículo escolar deve ser pautado num Projeto Pedagógico a ser configurado pela escola, e que seja direcionado em função da realidade dos alunos e dos contextos sociais, onde estão inseridos.


      A escola pública de hoje precisa ser revitalizada tanto no aspecto da oferta, quanto às condições de ensino e aprendizagem que são oferecidas aos jovens. São muitos os desafios a serem superados, posto que a sociedade exige das pessoas, competências e habilidades, necessárias para solucionar problemas da vida e do mundo do trabalho.


      As instituições governamentais responsáveis pela Política Educacional, precisam ser mais contundentes quanto à execução de ações que possam delinear um Ensino Médio próprio para jovens, estruturando uma escola como espaço deles, respeitando suas necessidades, considerando seus desejos, suas vontades, pois estes, são sedentos por conhecimentos, buscam a escolarização como forma de superar sua situação de vida.


      A educação pública anda na contra mão das reais necessidades desses jovens, há um total descompasso entre “O que é ensinado e o que o aluno precisa e quer aprender”. A desarticulação que ocorre entre ensino e o aprender, que surge nessa fase de desenvolviemento humano está justificada pela falta de integração do currículo de ensino com os acontecimentos contemporâneo, assuntos relevantes, temas importantes.


      A escola precisa estar na vanguarda dos acontecimentos sociais. O novo modelo de sociedade em que estamos inseridos na chamada sociedade da informação, do conhecimento, cobra da escola um nova maneira de ensinar.


      Isso se dá ao fato de que o mundo plugado na tecnologia, em que a rapidez das informações é processada, tornou a vida a sociedade e o mercado de trabalho bastante exigente, exigindo pessoas com amplas capacidades de desempenho, que até pouco tempo, não eram cobradas, então, os conhecimentos enciclopédicos deixaram de ser importantes.


      Para esse novo modelo de sociedade faz - se necessário, transformar o processo ensino aprendizagem, numa prática mais dinâmica, participativa, colaborativa, solidária e contextualizada com a modernidade, com as diferentes ciências, as culturas e as tecnologias.


      Talvez, uma das chaves do êxito seja compreender que uma escola para os adolescentes deverá ser também, uma escola dos jovens, isto é, uma escola com identidade para eles, onde essa geração não seja uma simples população, e sim protagonistas ativos, portadores de direito e deveres.


      A velha escola secundária, reservada às elites, esta, não responde mais, à demanda desses jovens.




      A cor do preconceito

      "A Cor do Preconceito"

      O livro foi escrito a seis mãos pela ficcionista Carmen Lucia Campos, pela pesquisadora, professora e historiadora Vera Vilhena, além da antropóloga, pesquisadora e diretora do Geledés - Instituto da Mulher Negra, Sueli Carneiro.

      O tema do preconceito de cor aparece de modo contundente, num enredo que a autora trabalhou com maestria. Nele, conta a história da negra Mira, excelente aluna de uma escola da periferia, que, graças a seus esforços, consegue uma bolsa de estudos num dos melhores colégios da cidade.

      A menina sofre no enfrentamento das questões ligadas à sua identidade e procurar amadurecer diante de posturas racistas, preconceituosas e intolerantes.

      A abordagem informativa, está centrada em notas explicativas que além de outras coisas, ressalta a história da África e a influência dos negros na formação do povo brasileiro.

      Além disso, a autora utiliza pequenos ensaios, letras de música, fotos, depoimentos e dados estatísticos que enriquecem e fundamentam o texto.

      A Cor do Preconceito Carmen Lucia Campos, Sueli Carneiro e Vera VilhenaEditora Ática136 págs.

      Fonte:www.uol.com/educação

      Seduc, realiza formação para o Progrma Brasil Alfabetizado

      quarta-feira, 23 de setembro de 2009


      A Secretaria de Estado de Educação (Seduc) está realizando, no Centro de Helenice Stela / Assessoria Seduc-MT

      Seduc realiza formação para o Programa Brasil Alfabetizado
      Eventos do Pantanal, em Cuiabá, mais uma etapa de Formação Inicial dos Coordenadores e Alfabetizadores do Programa Brasil Alfabetizado. O programa, uma parceria do MEC com as Secretarias Estaduais e Municipais de Educação, tem como objetivos a redução dos índices de analfabetismo e o incentivo para que os alunos do programa (pessoas com mais de 15 anos) continuem seus estudos na Educação de Jovens e Adultos (EJA).

      Pela Seduc, o trabalho é coordenado pela Gerência de Educação de Jovens e Adultos, da Superintendência de Educação Básica. Em Mato Grosso, o Brasil Alfabetizado funciona desde 2004. O programa já proporcionou a alfabetização de 77.211 pessoas. Porém, pesquisas apontam que o contingente de analfabetos no Estado ainda é de 163 mil pessoas. Para este ano, a Seduc trabalha com a meta de cadastrar 11.200 alfabetizando e, para 2010, ampliar a oferta do Ensino Fundamental/EJA para os alunos egressos do programa.

      No evento que está sendo realizado no Centro de Eventos, estão participando Helenice Stela / Assessoria Seduc-MT

      Seduc realiza formação para o Programa Brasil Alfabetizado
      75 coordenadores e alfabetizadores do programa, representantes de diversos municípios. A formação começou na segunda-feira e encerra no dia 25 de setembro.

      Os coordenadores e alfabetizadores participam de diversas dinâmicas, por grupos temáticos. Um dos objetivos é o melhor domínio do material pedagógico a ser utilizado em sala de aula. Estão sendo feitas oficinas sobre áreas do conhecimento, tais como Ciências Naturais e Matemática, Linguagem e Humanas.

      O Brasil Alfabetizado funciona por meio do trabalho de bolsistas, professores ou Helenice Stela / Assessoria Seduc-MT

      Seduc realiza formação para o Programa Brasil Alfabetizado
      pessoas com o nível Médio, que se cadastraram nas prefeituras ou Secretarias Estaduais de Educação. O processo funciona com a formação de turmas de alfabetização, de tamanho mínimo de 15 pessoas na zona urbana e de 10 na zona rural.

      Depois da formação dos coordenadores e alfabetizadores, as aulas devem começar em novembro. Podem ser utilizadas as salas de aula das escolas estaduais e municipais, mas também salões comunitários ou de igrejas e até mesmo na própria casa do alfabetizador, desde que existam condições necessárias para o desenvolvimento do trabalho.

      Informações sobre o programa podem ser obtidas na Gerência de EJA, pelos telefones 3613-6325 / 6477 e nas Assessorias Pedagógicas e Secretarias Municipais de Educação.

      SERGIO LUIZ FERNANDES
      Assessoria/Seduc-MT

      Falhas na gestão escolar compromete a qualidade do ensino.

      De acordo com a notícia que saiu na mídia esta semana, sobre uma pesquisa realizada sobre as conseqüências da falta do diretor e do professor para o processo ensino aprendizagem dos alunos, merece uma consideração a fazer.
      A ausência do gestor na escola, realmente causa problemas, uma vez que ao acompanhar os andamentos da escola no seu dia-a-dia evita situações desconfortáveis.

      Em muitas situações o problema está na forma estrutural da carreira ou da função do gestor escolar, o grave problema que visualizo hoje é a rotatividade de gestores de dois em dois anos, isso nos casos onde há eleição para diretores e não existe esse cargo na carreira, são apenas funções na escola, tudo isso fragiliza o funcionamento da escola, em suas dimensões administrativa, pedagógica e financeira.

      Não resta e menor dúvida que a gestão da escola é de fundamental importância para o processo ensino aprendizagem dos alunos, por isso, chamamos de processo, pois, envolve vários fatores para que a coisa aconteça, é preciso que a equipe pedagógica, os alunos, os professores, funcionários e a comunidade estejam sintonizados com a (o) gestor (a), ou seja, estejam imbuídos numa mesma finalidade, num mesmo Projeto de Ensino, ou seja, que a escola tenha ou construa uma identidade própria.

      Ao avaliar a instituição chamada escola, está avaliando também, a Gestão Escolar, a forma como o gestor está conduzindo o processo educacional na sua comunidade, os resultados, a satisfação da sociedade, a empregabilidade dos seus alunos, o vestibular, enfim, tudo.

      Quando o professor não da sua aula ocasiona um transtorno geral na escola, a situação se agrava, mesmo porque, a coordenação precisa recorrer à ajeitação, e pior, o prejuízo maior é para o aluno, perde aula, conteúdos, trabalhos, conhecimentos. E a reposição das aulas perdidas, essa, acontece quase sempre quando o professor pode.

      Valeu a intenção da pesquisa, mas, a revelação não é um fato novo, é sabido, sabemos também, que é um problema do Sistema de Ensino, este, precisa promover Políticas Educacionais que fortaleçam a diversidade de demandas, ofertas e clientelas, assim sendo, minimizaremos essas situações, sem dúvida!

      Celular na escola, uma necessidade da vida moderna

      Iza Saliés

      O Prefeito de São Paulo proíbe o uso de celular na sala de aula das escolas municipais, louvável a atitude, pois, a educação precisa de limites, o que parece para a sociedade é que agora tudo pode, não obedecem mais as regras, acordos regimentos que possuem nas instituições de ensino.

      A escola é o lócus do aprender, ensinar, formar, estudar, por isso é importante que o aluno concentre na leitura, nos estudos, prestar atenção na aula, tenha interesse, motivação, participe dos trabalhos de grupo e outras atividades que o professor utilize.

      As novas tecnologias chegaram para facilitar a vida da humanidade, porém, em certo caso ela dificulta a convivência em determinados espaços coletivos, sei também que pode haver necessidade de comunicação da família com seus filhos, nesses casos, usar o telefone da escola e falar com pessoas responsáveis, assim tudo estará solucionado.

      A escola, hoje enfrenta um grande problema, controlar o uso do celular na sala de aula, pois, além de desconcentrar o professor no momento da sua explicação, distrai o aluno que já tem dificuldade para participarem da aula, eles, ficam distraídos por qualquer motivo, e o celular é mais instrumento que provoca distração, passando a ser mais um motivo para desinteresse, sabemos que não são todos, mas, que atrapalha, atrapalha sim, sem dúvida.

      Proibição isolada não funciona, mas, inibe o uso durante a aula.

      O desejo de servir a pátria, cantando ...

      Iza Saliés

      Dia 22 de setembro foi aprovada lei que obriga cantar o Hino Nacional nas escolas que oferecem ensino fundamental, tanto públicas como privadas.

      Plausível a iniciativa do S. Deputado estava mesmo precisando resgatar o sentido patriótico de alguns brasileiros, muitas crianças, jovens os adultos não sabem a letra do Hino Nacional, e a via basilar para aprender é a escola.

      Estamos cansados de ver os jogadores de futebol da seleção brasileira, quando não estão com chiclete na boca, cantam tudo errado o hino, não sabe a letra. Isso não acontece apenas com os jogadores de futebol, citei esse exemplo porque é visível e público o comportamento deles quando cantam.

      Com a eliminação da disciplina de Moral e Cívica do currículo de ensino das escolas do país, os conteúdos referentes a esse componente curricular foram diluídos nas demais disciplinas, então, ocorre que algumas escolas fazem enquanto outras não.