Iza Aparecida Saliés
A retórica sobre a concepção de educação que perpassou essas últimas décadas estavam sedimentadas na perspectiva de constituir um Currículo de Ensino para a Educação Básica, estruturado num Projeto Pedagógico a ser configurado pelo conjunto de atores envolvidos com as questões pedagógicas da escola e validado pela comunidade escolar.
Esse Projeto deve ter como intenção primeira, referendar e considerar os saberes que os jovens possuem, para que os mesmos sirvam de roteiro de análise do seu próprio contexto social e melhor identificar a sua própria realidade.
Baseados nessa perspectiva, a escola pode sugerir temas, conceitos ou conteúdos que contemplem e atendam necessidades educativas deles, e que possam compor a construção do conhecimento formal , função primordial da educação escolar.
Por isso, faz-se necessário, que a escola pare e organize um tempo coletivo para discutir, estudar, entre seus pares, temas, teorias, concepções que possam contribuir para formar jovens para a vida, para o mundo trabalho e continuar aprendendo.
Esse Projeto deve ter como intenção primeira, referendar e considerar os saberes que os jovens possuem, para que os mesmos sirvam de roteiro de análise do seu próprio contexto social e melhor identificar a sua própria realidade.
Baseados nessa perspectiva, a escola pode sugerir temas, conceitos ou conteúdos que contemplem e atendam necessidades educativas deles, e que possam compor a construção do conhecimento formal , função primordial da educação escolar.
Por isso, faz-se necessário, que a escola pare e organize um tempo coletivo para discutir, estudar, entre seus pares, temas, teorias, concepções que possam contribuir para formar jovens para a vida, para o mundo trabalho e continuar aprendendo.
Essa forma de ensinar e aprender que precisasser incorporada pelo conjunto da escola, devemos dominar, antes de tudo precisa ser entendida e aceita pelo professor, podendo ser realizada num constante exercício de diálogo compartilhado, mediado pela formação continuada, realizada pelo coletivo da escola.
Para Freire, elaborar o Projeto Político Pedagógico coletivamente, com a participação dos professores, coordenadores pedagógicos e dos jovens, a sua gênese, vai demandar a definição de objetivos, metas e finalidades do ensino, que escola temos, que escola queremos, que aluno vamos formar , essas respostas sairão da escola, ele terá que, enquanto instituição formadora, assumir posturas, optar por concepções e teorias que possam adequar às necessidades educativas e de formação, dessa clientela.
Para Freire, elaborar o Projeto Político Pedagógico coletivamente, com a participação dos professores, coordenadores pedagógicos e dos jovens, a sua gênese, vai demandar a definição de objetivos, metas e finalidades do ensino, que escola temos, que escola queremos, que aluno vamos formar , essas respostas sairão da escola, ele terá que, enquanto instituição formadora, assumir posturas, optar por concepções e teorias que possam adequar às necessidades educativas e de formação, dessa clientela.
Essa geração de jovem que está ai , sabe muito bem lidar com as tecnologias, domina saberes complexos, transita perfeitamente pelo mundo das linguagens, a visual, da internet, corporal, e outras, mas a linguagem da escola, aquela onde há a relação ensino e aprendizagem, a que acontece na sala de aula, essa sim, acontece em forma de monólogo, empobrecido, metodologicamente frágil, e desarticulação das demais linguagens conhecidas por eles.
Por essa razão, as aulas precisam ser revitalizadas, dinamizadas, significativas, para que os saberes formais seja construído coletivamente, que aconteça numa relação dialógica entre sujeito do conhecimento e orientador da aprendizagem, mediada pela interação entre o que ensinar o que necessariamente preciso aprender.
Assim sendo, ensinar e aprender deve permear toda a dinâmica escolar, pois formar jovens para a vida e para o mundo do trabalho, precisa antes de tudo, desenvolver habilidades e construir competências que possam prepará-los para o enfrentamento dessa realidade para aprender a conviver nesse mundo complexo, ec de insegurança e incertezas.
O conteúdo de ensino contextualizado com a realidade desse jovem será de fundamental importância para recompor antigas posturas pedagógica , prática, concepções filosóficas e até mesmo questionar as finalidades da escola do ensino e da aprendizagem.
As antigas aulas, pobres de fundamentação científica, ou seja, norteadas por conteúdos vazios de sentido, não podem mais fazer parte desse novo cenário educativo, a escolarização contemporânea exige novos estratégias pedagógicos, novas formas de lidar com o ensino e a aprendizagem, de modo que possam realmente interagir com a dita sociedade do conhecimento.

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