Iza Aparecida Saliés
A adolescência e a juventude são construções sociais, são classes de idades que, apesar de possuírem uma base material biológica a considerar, apresenta também, diversas necessidades , hoje consideradas pela sociedade do consumo e da tecnologia.
A adolescência e a juventude são construções sociais, são classes de idades que, apesar de possuírem uma base material biológica a considerar, apresenta também, diversas necessidades , hoje consideradas pela sociedade do consumo e da tecnologia.
Eles são portadores de um repertório cultura e social de conhecimentos, saberes, valores, atitudes, pouco respeitados pela família e pela escola. Esses atributos precisam ser considerados, pois esses atributos não coincidem necessariamente com a cultura escolar e, em particular, com a Proposta Curricular do Ensino Médio, que se propõe a desenvolver.
Os estudos mais recentes sobre a juventude apontam, que a convivência dos adolescentes e jovens, nesta sociedade, que apresenta diferentes paradigmas, provocam sérias reflexões sobre a atribuição da escola que temos, e conseqüentemente do tipo de Ensino Médio que estamos oferecendo, e vou mais além, será que estamos contribuindo para a formação desses jovens? Para a vida ou para o mundo do trabalho.
Que alunos estamos formando e ou preparando?
É muito significativo para os jovens e adolescentes, sentir protagonista do seu processo histórico social, por que não dizer, do seu processo ensino aprendizagem também, de maneira consciente, participativo , decisivo e negociador.
Por saber que faz parte de uma sociedade elitista e excludente, em que constitui um padrão de dignidade exigido para todos, tais modelos consequentemente também refletem no contexto escolar as características ( as necessidades dessa faze da vida)dos adolescente e jovens .
Hoje, é impossível separar o mundo da vida do mundo da escola. Os adolescentes trazem consigo sua linguagem e sua cultura e a escola perdeu o monopólio de inculcar significações que por ora não tem mais significado para o jovem, com isso, tendem à diversificação e à fragmentação.
Os estudos mais recentes sobre a juventude apontam, que a convivência dos adolescentes e jovens, nesta sociedade, que apresenta diferentes paradigmas, provocam sérias reflexões sobre a atribuição da escola que temos, e conseqüentemente do tipo de Ensino Médio que estamos oferecendo, e vou mais além, será que estamos contribuindo para a formação desses jovens? Para a vida ou para o mundo do trabalho.
Que alunos estamos formando e ou preparando?
É muito significativo para os jovens e adolescentes, sentir protagonista do seu processo histórico social, por que não dizer, do seu processo ensino aprendizagem também, de maneira consciente, participativo , decisivo e negociador.
Por saber que faz parte de uma sociedade elitista e excludente, em que constitui um padrão de dignidade exigido para todos, tais modelos consequentemente também refletem no contexto escolar as características ( as necessidades dessa faze da vida)dos adolescente e jovens .
Hoje, é impossível separar o mundo da vida do mundo da escola. Os adolescentes trazem consigo sua linguagem e sua cultura e a escola perdeu o monopólio de inculcar significações que por ora não tem mais significado para o jovem, com isso, tendem à diversificação e à fragmentação.

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